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5 de dezembro de 2014
Barriga pequena mamadas frequentes!
Algumas mamães chegam um certo tempo que pensa que o leite esta fraco, não está mais alimentando o bebê corretamente mais a resposta é não.. seu leite não está fraco mais ai você pensa '' eu acabei de dar mamar, por que o bebê quer mamar de novo?"conforme o bebê vai completando dia, meses a barriguinha dele pede mais e mais.. por isso essa fome que nunca acaba rs.. essa comparação é muito boa.. é como eu sempre digo barriguinhas pequena = mamadas frequentes!
3 de dezembro de 2014
O armazenamento do leite materno
É possível, sim, guardar o leite materno. Alguns cuidados devem ser observados, principalmente quanto à higiene e conservação. Confira as nossas dicas para armazenar o leite de forma segura:
1. As mães podem retirar o leite em casa. As mãos devem estar sempre limpas e a mama higienizada.
2. Todo leite materno pode ser coletado e ficar em geladeira por até 24 horas. A localização correta do frasco é dentro da geladeira, próximo ao fundo e não na porta, local que não garante uma temperatura constante. Já para um armazenamento mais prolongado, coloque os frascos no freezer, onde pode ficar por até 15 dias.
1. As mães podem retirar o leite em casa. As mãos devem estar sempre limpas e a mama higienizada.
2. Todo leite materno pode ser coletado e ficar em geladeira por até 24 horas. A localização correta do frasco é dentro da geladeira, próximo ao fundo e não na porta, local que não garante uma temperatura constante. Já para um armazenamento mais prolongado, coloque os frascos no freezer, onde pode ficar por até 15 dias.
3. Todo leite materno coletado deve ser armazenado em recipientes de vidro.
4. Uma dica útil é utilizar vidros de café solúvel ou de maionese. Para utilizá-los, retire o alumínio que protege a tampa, lave com escova e sabão e ferva por 10 minutos. Para o descongelamento, retire o frasco do freezer e deixe-o sob refrigeração até o leite retornar ao estado líquido. O frasco deve ser colocado sob corrente de água fria quando o descongelamento tiver de ser rápido.
5. O aquecimento deve ser rápido, por alguns poucos segundos, apenas para amornar. Não pode ferver. O leite materno não deve ser aquecido em banho-maria ou em microondas. O frasco com o leite deve ser colocado sob água corrente quente por alguns segundos, retirado, agitado.
30 de novembro de 2014
Cuidado com as mamas
Um dos primeiros sinais de gravidez é o aumento das mamas. Elas logo ficam cheias e após o parto podem até dobrar de tamanho. Com tanta transformação, os seios precisam de alguns cuidados enquanto a mamãe estiver amamentando.
Durante a gestação, use sutiãs próprios de amamentação, que têm uma sustentação melhor, as alças são largas e de tamanho correto para o tamanho dos seios. Evite os absorventes para mamas, conchas e intermediários de silicone. Só utilize esses produtos sob orientação profissional. Não é recomendada a limpeza dos mamilos antes ou após amamentar; o banho diário é a higiene suficiente.
Antes de cada mamada, lave as mãos e retire algumas gotas do colostro espalhando no mamilo e aréola. Este cuidado auxilia a lubrificar e proteger os mamilos.
Durante o período inicial da amamentação pode ocorrer maior sensibilidade nos mamilos e ingurgitamento mamário, que é o acúmulo de leite nos alvéolos e o inchaço dos tecidos, dando à mama a sensação de "encaroçamento". Uma massagem na região afetada, além da sucção do bebê, são as ações indicadas para drenar o leite na região afetada.
Se o ingurgitamento ocorrer durante o período de internação, a equipe do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (GAAM) orienta no tratamento, ensinando como fazer a massagem. Caso o ingurgitamento ocorra após a alta hospitalar, aproveite as primeiras visitas do Maternidade Einstein em Casa para tirar as dúvidas. Também é possível agendar uma consulta na Clínica de Especialidades Pediátricas, para obter atendimento e orientação em relação à amamentação com enfermeiras obstetras da Maternidade Albert Einstein.
Antes de cada mamada, lave as mãos e retire algumas gotas do colostro espalhando no mamilo e aréola. Este cuidado auxilia a lubrificar e proteger os mamilos.
Durante o período inicial da amamentação pode ocorrer maior sensibilidade nos mamilos e ingurgitamento mamário, que é o acúmulo de leite nos alvéolos e o inchaço dos tecidos, dando à mama a sensação de "encaroçamento". Uma massagem na região afetada, além da sucção do bebê, são as ações indicadas para drenar o leite na região afetada.
Se o ingurgitamento ocorrer durante o período de internação, a equipe do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (GAAM) orienta no tratamento, ensinando como fazer a massagem. Caso o ingurgitamento ocorra após a alta hospitalar, aproveite as primeiras visitas do Maternidade Einstein em Casa para tirar as dúvidas. Também é possível agendar uma consulta na Clínica de Especialidades Pediátricas, para obter atendimento e orientação em relação à amamentação com enfermeiras obstetras da Maternidade Albert Einstein.
4 de novembro de 2014
Como amamentar gêmeos
É possível dar de mamar para dois bebês ao mesmo tempo? Qual o segredo do sucesso da amamentação exclusiva de múltiplos? O que é preciso saber para não desistir? Respostas a essas perguntas e outras informações estão nesse guia prático que elaboramos para as mães que desejam aleitar duas crianças juntas:
Todas Podem
Praticamente toda mulher é capaz de amamentar gêmeos em aleitamento exclusivo por seis meses. Algumas podem não ter uma produção adequada, como aquelas que fizeram mamoplastia redutora ou que apresentam quadro de depressão pós-parto ou de estresse, por exemplo.
O aleitamento materno não tem nenhuma ligação com o número de crianças amamentadas ou com o tamanho do seio. Toda mãe pode produzir leite para gêmeos e até para trigêmeos sem precisar complementar com fórmulas lácteas, pois a produção de leite está diretamente ligada à pega correta e estímulos.
Vontade, organização e ajuda constante
“Apesar de praticamente toda mulher ser capaz de amamentar gêmeos exclusivamente, na prática isso requer disponibilidade de tempo, uma grande dose de dedicação, muita organização e ajuda”, afirma Roberta Ferreira Belini, enfermeira do Einstein.
E nem todas as mães que desejam e tentam têm todos esses requisitos. A falta de ajuda nas tarefas da casa e com os bebês, impede que ela tenha ânimo para se dedicar somente à função de ser uma “aleitadora”. Esse desânimo leva à falta de confiança de que é capaz de amamentar dois bebês ao mesmo tempo e de forma exclusiva. Por fim, sem ajuda e cansada, a mãe também se perde na organização da rotina da casa e dos cuidados dos bebês. Cria-se um círculo vicioso.
Uma das recomendações é que as mães tenham ajuda tanto durante o dia quanto à noite e que nos primeiros meses, se possível, não se preocupem com mais nada além da amamentação.
Rotina é tudo – mas nem todo dia dá certo!
Estabelecer uma rotina é muito importante para a organização da casa, dos bebês e da mãe. Mas quando se trata de bebês, nem sempre a rotina funciona. Tem dia que um está com cólica ou o outro está mais choroso e todo esquema precisa ser deixado de lado para dar mais atenção ao bebê que mais demanda. Isso significa, por exemplo, ficar mais tempo com ele no colo. A mãe deve saber se organizar de acordo com o horário da amamentação dos bebês. Atividades como comer, tomar banho e descansar devem ser feitas nos curtos intervalos entre as mamadas. “E como está amamentando duas crianças por vez, a mãe não deve esquecer-se de se alimentar bem, beber líquidos e descansar ou relaxar”, alerta Roberta.
Bebês múltiplos não precisam mamar juntos
Nas primeiras semanas o ideal é colocar um filho de cada vez no seio até a mãe se sentir segura. O primeiro a mamar é aquele que chora antes de fome. “À medida que os bebês vão crescendo fica mais fácil aleitar simultaneamente, inclusive para dinamizar o tempo. Mas cada mãe deve se organizar como for mais confortável para ela e para os bebês”, orienta Roberta. O importante é saber que é praticamente impossível colocar os dois ao mesmo tempo no seio sem ter a ajuda. Isso porque um bebê sempre termina de mamar antes do outro e precisa ser colocado para arrotar.
As melhores posições para levar os dois aos seios
ao mesmo tempo
ao mesmo tempo
Para amamentar ao mesmo tempo, use almofadas em posição de meia lua e travesseiros.
27 de outubro de 2014
A amamentação
Não existe alimento melhor para o recém-nascido do que o leite materno, pois atende a todas as necessidades físicas e psíquicas do bebê. Todos os órgãos ligados à saúde infantil, o Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira de Pediatria, além da Organização Mundial da Saúde e a Academia Americana de Pediatria, recomendam que toda criança seja alimentada exclusivamente com leite materno nos primeiros seis meses de vida, devendo, se possível, continuar a mamar por um ano ou mais.
Separei algumas dicas e posições para uma boa mamada:
Separei algumas dicas e posições para uma boa mamada:
Durante toda a gestação, hormônios femininos vão preparando o corpo da mulher para amamentar. Os seios ganham volume porque internamente eles se modificam para acomodar a produção do leite. Nas primeiras mamadas, logo após o nascimento, o que sai do seio materno ainda não é o leite, mas o colostro, um líquido espesso em tom amarelado, que se modifica para o leite de transição entre o 5º e o 7º dia após o parto. A ação do colostro pode ser comparada a de uma vacina, pois transmite anticorpos maternos que ajudam nas defesas imunológicas contra infecções e alergias alimentares do bebê.
Ao final do primeiro mês, o leite que o bebê mama é chamado de maduro, devido à estabilização de seus componentes. A composição química do leite materno (proteínas, gorduras, carboidratos, sais minerais) é perfeitamente adequada ao bebê e independe do estado nutricional da mãe, exceto em casos de desnutrição grave. Os nutrientes presentes no leite materno são responsáveis pelo desenvolvimento do sistema nervoso, e fonte de energia e proteção do sistema imunológico do bebê.
A sucção promove estimulação oral e ajuda a desenvolver os dentes e os músculos da face. Como a digestão do leite materno é fácil, o aproveitamento dos nutrientes pelo organismo do bebê é melhor e mais rápido quando comparado ao do leite artificial.
A amamentação também traz excelentes benefícios à mulher, pois favorece o vínculo com o bebê, promove a involução uterina e facilita o retorno do corpo materno a sua forma original, além de queimar boas calorias. Enfim, amamentar é tudo de bom!
Fonte:
Fonte:
Amamentação: proteção e saúde
Durante os noves meses de gestação, a mulher desenvolve milhões de células para dar forma e saúde ao bebê que está para chegar. Após o nascimento, sua contribuição para o crescimento saudável do pequeno está no aleitamento.
Para mostrar a importância da amamentação e incentivá-la, a World Alliance for Breastfeeding Action (Waba) promove a Semana Mundial de Comemoração do Aleitamento, na primeira semana de agosto, com ações em prol desse ato.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Sociedade de Pediatria e a Academia Americana de Pediatria, é recomendado amamentação exclusiva nos primeiros 6 meses de vida.
"O leite materno é o melhor alimento para o bebê, pois atende às necessidades nutricionais, físicas e psíquicas", diz a Enfermeira Maria Fernanda Dornaus, Coordenadora da Unidade Neonatal do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). "Também protege contra infecções, alergias, diarreias e pneumonias, devido à transferência de fatores imunológicos da mãe para o filho.
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A sucção, por sua vez, estimula o desenvolvimento da cavidade oral e dos músculos da face do bebê, auxiliando a prevenir problemas ortodônticos.
A amamentação contribui ainda para a saúde da mulher. Enquanto amamenta, seu organismo libera a ocitocina, hormônio que ajuda o útero a se contrair e reduz o risco de hemorragia e de anemia pós-parto, entre outros benefícios.
Primeiras mamadas
Assim que ele nasce, a mãe produz o colostro. Com coloração amarelada e bastante espesso, esse primeiro leite, como é chamado, oferece uma proteção contra várias doenças, pois possui grande concentração de anticorpos. A ação do colostro pode ser comparada a uma vacina. A partir do sétimo dia, essas características vão se esvaindo, dando lugar ao leite maduro, composto de água, proteínas, carboidratos, gorduras, responsáveis pelo desenvolvimento do sistema nervoso e fonte de energia, além de vitaminas, minerais e imunoglobulinas, que protegem o pequeno.
"Há ainda a lactose, que favorece a absorção do cálcio, reduz o risco de raquitismo e promove a formação de uma flora específica no intestino do bebê, que dificulta o crescimento de bactérias causadoras de doenças", afirma Maria Fernanda.
Somente no sexto mês devem ser introduzidos outros alimentos, com a orientação de um pediatra ou nutricionista. "Mas pode-se continuar amamentando a criança até os 2 anos de idade, dada a maior facilidade de digestão do leite materno em comparação com outras fórmulas lácteas, além do melhor aproveitamento de todos os nutrientes, que ajudam no desenvolvimento saudável da criança", diz Ana Potenza, nutricionista da Unidade Neonatal.
"Há ainda a lactose, que favorece a absorção do cálcio, reduz o risco de raquitismo e promove a formação de uma flora específica no intestino do bebê, que dificulta o crescimento de bactérias causadoras de doenças", afirma Maria Fernanda.
Somente no sexto mês devem ser introduzidos outros alimentos, com a orientação de um pediatra ou nutricionista. "Mas pode-se continuar amamentando a criança até os 2 anos de idade, dada a maior facilidade de digestão do leite materno em comparação com outras fórmulas lácteas, além do melhor aproveitamento de todos os nutrientes, que ajudam no desenvolvimento saudável da criança", diz Ana Potenza, nutricionista da Unidade Neonatal.
Cuidados essenciais
Algumas mulheres sentem mais fome no período do aleitamento, pois o gasto de energia pode aumentar em até 30%. Por isso, embora a composição do leite não dependa do estado nutricional da mãe, sua alimentação deve ser equilibrada e rica em nutrientes. O ideal é fazer 5 ou 6 refeições por dia.
Outra recomendação importante é não consumir bebidas alcoólicas, uma vez que o álcool pode passar para o leite cerca de 30 a 60 minutos depois de ser ingerido, e essa substância certamente não faz bem à saúde do pequeno.
Quanto à higiene, é preciso desfazer um mito. Muitas mães acreditam que devem limpar os seios antes e depois das mamadas, mas se enganam. "Isso remove a lubrificação natural da pele, deixando-os mais sensíveis e propensos a lesões", diz Maria Fernanda. O correto é lavá-los normalmente, durante o banho. E, salvo por indicação médica, não usar nenhum produto ou creme nos seios durante o período de amamentação.
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