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14 de novembro de 2014

Atenção mamães!!!

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De 8 a 28 de novembro acontece em todo o Brasil a vacinação contra o Sarampo e Paralisia Infantil. Não perca tempo, procure a unidades de saúde do seu município. Lembre-se que todas as crianças de 6 meses a menores de 5 anos deverão ser imunizadas. Leve a caderneta de vacinação... #saúdenasredes <3



13 de novembro de 2014

Mamães agora é época de catapora fique atenta!

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A Catapora (ou varicela) é uma doença infecciosa causada pelo vírus Varicela-Zóster. Altamente contagiosa, mas geralmente benigna, era uma das enfermidades mais comuns da infância antes do advento da vacina.

Uma vez adquirido o vírus, a pessoa fica imune por toda a vida. No entanto, ele permanecerá no organismo e, futuramente, poderá provocar uma doença conhecida como herpes-zóster, ou cobreiro.

Sintomas da Catapora:
Os primeiros sintomas são febre entre 37,5° e 39,5°, mal-estar, inapetência, dor de cabeça, cansaço. Entre 24 e 48 horas mais tarde, surgem lesões de pele caracterizadas por manchas avermelhadas, que dão lugar a pequenas bolhas ou vesículas cheias de líquido, sobre as quais, posteriormente, se formarão crostas que provocam muita coceira.


Contágio:

A transmissão do vírus da catapora ocorre por contato direto através da saliva ou secreções respiratórias da pessoa infectada ou por contato com o líquido do interior das vesículas.



O período de incubação dura em média 15 dias e a recuperação completa ocorre de sete a dez dias depois do aparecimento dos sintomas.

Tratamento:
O tratamento visa basicamente a aliviar os sintomas. Como outras doenças transmitidas por vírus, não há muito o que fazer, mais um banho de " Sabugueiro" e o chá ajuda muito. O importante é evitar a contaminação das lesões por bactérias, o que complica o quadro.

Não coçar as feridas diminui o risco de infecções e a formação de cicatrizes.

Adultos ou pessoas debilitadas, que se contaminem com o vírus da catapora, requerem cuidados especiais.


Vacinação contra Catapora:
É recomendada para crianças a partir de um ano, a adolescentes e adultos com baixa imunidade ou que passarão por tratamentos de quimioterapia e radioterapia.

Recomendações:
Vacine seu filho/a contra a catapora no primeiro ano de vida. Embora geralmente seja uma doença benigna, os sintomas são muito desagradáveis;

Procure evitar contato direto com pessoas doentes;

Não deixe a criança coçar as lesões para evitar infecções por bactérias. Não é tarefa fácil, porque a coceira é intensa;

Não arranque as crostas que se formam quando as vesículas regridem;

*  Mantenha o paciente em repouso enquanto tiver febre;

Ofereça-lhe alimentos leves e muito líquido.

28 de outubro de 2014

Entenda o sono do bebê

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Os estágios do sono

Da mesma forma que os adultos, os bebês passam por diferentes fases de sono. Atravessamos um ciclo de sono que vai da semiconsciência ao sono leve, o sono com sonhos e finalmente o sono profundo. Depois fazemos o caminho inverso, até chegar ao estágio acordado e o de voltar a dormir de novo. A etapa do sono em que geralmente sonhamos é conhecida como REM (da sigla em inglês rapid eye movement, ou movimento rápido dos olhos). Adultos e bebês costumam ter, em média, cinco ciclos de sono por noite. 

Sonhos

A fase do sono com sonhos ocorre nos bebês mesmo antes de nascerem -- ela aparece por volta dos 6 ou 7 meses de gravidez. Nos recém-nascidos é muito fácil identificar quando estão em um estágio de sono com sonhos ou não. Você vai notar um movimento de olhos de um lado para o outro sob as pálpebras durante o sonhos, com o corpo basicamente parado e a respiração irregular.

Os bebês menores têm mais sono com sonhos do que os adultos, os quais passam cerca de 25 por cento do tempo de sono sonhando. De acordo com o especialista em sono norte-americano Richard Ferber, as crianças ao nascer passam por volta de 50 por cento do tempo dormindo em estágio REM. Essa proporção cai para 33 por cento até os 3 anos e para 25 por cento a partir de 10 a 14 anos. 

Acredita-se que esse estágio de sono seja fundamental para que nossas experiências do dia-a-dia possam ser "arquivadas", algo especialmente importante para crianças em desenvolvimento

Fase do sono sem sonhos 
Nesse estágio do sono, o bebê vai respirar de forma profunda e regular, com a presença ocasional de suspiros profundos. Ele ficará em uma posição imóvel, mas às vezes fará pequenos movimentos de chupar com a boca, além de poder ter um movimento mais brusco do corpo (que é perfeitamente 
normal, e que ocorre em adultos também). 


A fase de sono sem sonhos dos recém-nascidos acontece em pequenos intervalos, ao contrário das crianças maiores e dos adultos. Ao longo do primeiro mês de vida, o sono vai aos poucos ficando mais contínuo, e os movimentos repentinos desaparecem. 
É preciso sonhar


É bem provável que você seja constantemente acordada pelo choro do 
seu filho bem no meio do sono profundo, ou de um sonho. Ao contrário do que acontece quando se acorda naturalmente, ser despertada de forma repentina de uma fase de sono profundo é extremamente desagradável. Isso pode deixar você meio desorientada, especialmente se tiver sido despertada no meio de um sonho, e no dia seguinte você fica sonolenta. 

Como a falta de sono afeta sua vida

Ficar sem dormir adequadamente pode deixar você confusa e irritada não só em casa, como também no trabalho, além de abrir caminho para sentimentos de raiva em relação ao bebê. 
Sua paciência já está tão esgotada que você também acaba perdendo a cabeça com muito mais facilidade, o que pode tornar o ambiente doméstico tenso e ruim. 


Aprendendo a lidar com a falta de sono

Veja a seguir alguns dos problemas mais comuns após uma noite maldormida e sugestões de como administrá-los: 

Perder a hora. Aumente o volume do despertador e levante assim que ele tocar. Um bom truque é colocar o despertador do outro lado do quarto, porque aí você é forçada a sair da cama para desligá-lo. Evite programar o despertador para mais cedo e ficar apertando o botão de "soneca" ou "snooze" muitas vezes -- você só vai prejudicar o precioso tempo de sono que finalmente conseguiu. 


Letargia diurna. Se está difícil se manter acordada durante o dia, nada como uma boa dose de cafeína para azeitar a máquina! Evite, contudo, consumir cafeína depois do meio-dia, já que ela pode afetar sua capacidade de adormecer à noite. Caso esteja amamentando, você terá que tomar mais cuidado com a dose de cafeína, e talvez possa substituí-la por água gelada. Isso se você já estiver trabalhando. Se ainda estiver de licença-maternidade, aproveite qualquer chance durante o dia e... durma! 


Distração no trabalho. A falta de sono atrapalha a concentração, por isso procure lidar com tarefas menos importantes e deixe as mais urgentes para o dia seguinte. Caso não possa adiá-las, destine então o começo da manhã para esses assuntos, porque você provavelmente estará mais alerta (é provável que no meio da tarde seja quase impossível manter os olhos abertos). 


Sono ao volante. Caso tenha que dirigir de qualquer jeito e esteja se sentindo exausta, tente tirar uma curta soneca antes, ou tome uma xícara de café e abaixe as janelas ou ligue o ar condicionado para ventilar o carro. Se estiver guiando e sentir que vai pegar no sono, procure um lugar seguro para encostar e fechar os olhos por alguns minutos ou para sair para tomar um pouco de ar fresco. Lembre-se de que café ou refrigerantes à base de cafeína ajudam no curto prazo, mas não são substitutos para as horas de sono que estão faltando na sua vida. 


Tarefas domésticas. Se você não tiver nenhum tipo de ajuda em casa, o melhor a fazer é simplificar a rotina e escolher apenas um ou dois serviços domésticos por dia. Desobrigue-se de varrer a casa inteira, limpar banheiros ou cuidar da roupa diariamente. Uma boa noite de sono é sem dúvida nenhuma bem mais importante neste momento do que uma casa absolutamente limpa. E o descanso também contribui para o sucesso da amamentação.

27 de outubro de 2014

Usando a Chupeta

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Um tema intrigante, desafiador e controverso: a chupeta.
Chupeta
* *

E então você engravida e pensa: vou oferecer chupeta para a minha filha, afinal que mal há nisso?
Bom, vou contar para vocês como foi e como esta sendo essa relação Giulia – chupeta – mamãe aqui em casa.
Logo que descobri que estava grávida, fui a uma loja de crianças, pra começar a entrar no mundo infantil. E nesse dia, a primeira coisa que comprei para minha filha foi uma chupeta. Talvez, inconscientemente, achava lindo e calmante e queria muito oferecer esse prazer ao meu bebê.
Guardei esse “presente” por 3 meses completos até coloca-lo na bolsa da maternidade, aguardando apenas a chegada da Giulinha.
Meu dentista,como bom dentista que se preze, vivia me alertando que a chupeta não era um bom artificio para o bebê, pelos problemas que gerava no futuro.

Por outro lado, eu já tinha lido que a chupeta é um excelente calmante, já que um bebê recém-nascido tem a necessidade de fazer o movimento de sucção cerca de vinte horas do dia (e óbvio que ele não vai ficar pendurado no seu seio essas vinte horas; então nada mais justo do que oferecer a chupeta). Além disso, em inglês, chupeta chama-se pacifier, o que, para mim lembra muito pacificador. Estava decidida que a chupeta seria um item indispensável na rotina da minha bebê.
Minha ideia era oferecer a chupeta a ela se houvesse necessidade: um choro constante, um desagrado, enfim, algo que fosse exatamente para pacificar.
E então chegamos à primeira noite da Giulia fora da minha barriga e à primeira noite minha como mãe de um bebê que estava fora da minha barriga.
Bebê mama, bebê dorme, bebê esta tranquilo, mamãe esta tranquila, e todos estão tranquilos no quarto, quando, de um segundo a outro, o bebê começa a se mexer, se mover, resmungar, chorar. Buá, buá, buá.

Pega o bebê, põe no peito e nada de parar. Olha a fralda: limpa! Pega no colo: choro aumenta.
Momento desespero!
E lembro-me da chupeta.
Pega a chupeta! Na bolsa!

Chup, chup, chup.

Bebê dorme em menos de dois segundos.
Santa chupeta!!!! Santa pacifier!
O bebê estava pacificado. E a mamãe também.
Sim, com horas de vida Giulia ganhou uma chupeta e sem titubear, agarrou aquele bico de silicone e não largou mais. É verdade que isso pode ter ajudado, e muito, a Lara a não mamar no peito, como eu já contei nesse post, mas para ela a chupeta foi literalmente um pacificador.
Em casa Giulia sempre ganhou a chupeta para se acalmar. Procurava oferecer a ela quando estava nervosa ou irritada (mas confesso também que já ofereci a chupeta várias vezes simplesmente para ela parar de chorar).
Quando ofereci a chupeta pra ela, muitas pessoas me criticavam, dizendo que seria um transtorno para que a Giulia parasse de usa-la, especialmente se eu demorasse muito para tirar a chupeta dela.
Pois eu digo que não pretendo fazer isso antes de ela completar dois anos.
O pai dela já me pediu, outras pessoas já me pediram, mas eu não vou tirar a chupeta dela antes dos dois anos de idade. A Pediatra dela me recomendou isto. Depois disso, devo usar uma tática de barganha com o Papai Noel, com o Coelho da Páscoa ou algum outro personagem. Ou então vou deixar a menina com a chupeta até ela enjoar. Enfim, ainda não sei o que fazer.

Só sei que o tempo passa rápido demais e esses dias estava pensando que tinha, de fato, planos para tirar a chupeta da Giulia no Natal desse ano, mas ainda a vejo como um bebê e morro de dó de pensar que ele poderá sofrer só por causa de uma chupeta.
Não sei como será esse processo de desapego no futuro. Prefiro pensar que vou usar do método que sempre usei com a Giulia: natural.
Se ela pede a chupeta? Sim.
Se eu ofereço todas as vezes que ela pede? Sim.
Se eu estou pensando em tirar a chupeta dela atualmente? Não.
Vamos seguindo aqui em casa, com a chupeta, o paninho, o colo para dormir, o chamego, o cafuné.
Até quando? Não sei.
Mas sempre gosto de pensar em uma coisa: ela provavelmente não estará chupando chupeta e nem usando o paninho para dormir quando estiver com ''vinte anos'', saindo de casa para morar sozinha. Pois então, vamos aproveitar a chupeta agora!
Se o Enzo vai usar chupeta? SIM CLARO!!